quinta-feira, 24 de março de 2011


Escola Industrial e Comercial da Póvoa de Varzim








A Póvoa de Varzim tem várias escolas públicas, paroquiais e independentes espalhadas pela cidade e áreas rurais. A maioria das escolas do ensino básico (do primeiro ao terceiro ciclo, no gráfico 1.º C, 2.º C. e 3.º C) e jardins-de-infância estão reunidas em quatro agrupamentos verticais: Flávio Gonçalves, Cego do Maio, Campo Aberto e Aver-O-Mar. Estes agrupamentos reúnem escolas de diferentes espaços do concelho e são encabeçados pelas escolas EB 2/3 que deram o nome aos respectivos agrupamentos. Em termos de escolas independentes destacam-se o Grande Colégio da Póvoa de Varzim na área urbana e a Escola Agrícola Campo Verde.

O Colégio do Sagrado Coração de Jesus, onde estudou Agustina Bessa-Luís enquanto jovem, era um colégio de religiosas onde estudavam as meninas da classe alta dos pescadores, mas que acabou por fechar e as religiosas abandoram a cidade. A escola foi adquirida pela Paróquia da Matriz que a irá reabrir no ano lectivo de 2007-2008 tendo como objectivo ser novamente uma escola de topo.

O ensino secundário na Póvoa de Varzim inicia-se em 1882 para responder a uma comunidade que prosperava devido à indústria da pesca e turística. É assim criado o Instituto Municipal com as cadeiras de Português, Francês, Latim, Geometria, História e Instrução Primária Complementar. O Instituto Municipal tornou-se na génese do Liceu Nacional criado em 1904, actual Escola Secundária Eça de Queirós, que mantém a sua vocação humanista.

Em 1892, é criada a Associação Comercial que tratou de imediato criar aulas de escrituração mercantil e contabilidade comercial que será a génese da Escola Comercial de Rocha Peixoto, criada em 1924, que em 1940 altera a designação para Escola Industrial e Comercial, actual Escola Secundária Rocha Peixoto, uma escola que continua a empenhar-se na formação de profissionais.

O Instituto Politécnico do Porto mantém entre a Póvoa de Varzim e Vila do Conde a Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG), por cima da fronteira entre as duas cidades.


sexta-feira, 18 de março de 2011


Clube Naval Povoense




Fundado em 1904, nasceu como agremiação desportiva, cultural e bairrista. Tinha por fim promover várias diversões entre os seus associados, principalmente regatas, a natação e o remo, assim como o desenvolvimento físico e intelectual dos associados, mas também criar uma biblioteca um museu e até construir embarcações.
A partir dos anos cinquenta passou a valorizar as actividades náuticas desportivas. O historial desportivo conta com elevado número de títulos regionais, nacionais e internacionais nas várias modalidades que pratica. 
Hoje, a Vela, a Pesca Desportiva, as Actividades Subaquáticas, o Surf e o Pólo Aquático são as suas actividades principais.


quarta-feira, 16 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

Amo-te Varzim !!!!!

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A Igreja de São Pedro de Rates também conhecida como Igreja Românica de Rates é uma igreja em São Pedro de Rates, no município da Póvoa de Varzim.

O edifício de tradição asturiana foi totalmente substituído nos séculos seguintes. O templo presente surgiu como doação do Conde D. Henrique e Dona Teresa do mosteiro de Rates, que se encontrava arruinado, ao Priorado, ligado a Cluny, de La Charité sur Loire, Auxerre em França. Foi reconstruída em 1100 e está classificada como monumento nacional. Constitui um dos mais importantes monumentos românicos medievais no então emergente reino de Portugal, dada a relevância das formas arquitectónicas e escultóricas.

As origens do templo antecedem a nacionalidade, tendo sido identificados vestígios materiais que remontam à época romana. Os trabalhos arqueológicos em 1997 e 1998 na área envolvente permitiu documentar as várias fases do desenvolvimento conventual e particular desde o século VI até ao presente. Nas escavações, o conhecimento acerca do templo pré-românico alargou-se a outros elementos, nomeadamente um aparente ante-corpo ocidental, provável narthex do templo pré-românico, onde foi encontrada uma estela romana, posteriormente cristianizada pelos séculos VI-VII e, ainda depois, reaproveitada na fase pré-românica.

A Igreja de São Pedro de Rates situa-se junto à bacia do Ave e é um dos mais importantes mosteiros beneditinos clunicenses e está ligado à lenda de São Pedro de Rates, mítico primeiro bispo de Braga, primaz das Espanhas (reinos da Península Ibérica), hipótese que remonta essencialmente ao século XVI.

sexta-feira, 11 de março de 2011


C.T.T. - Póvoa de Varzim


Divisão manual do correio - Julho de 1985



Marco de Correio Século XIX - Praça Luís de Camões



Marco de Correio de funções múltiplas - Passeio Alegre

terça-feira, 8 de março de 2011


ESCOLA PRÁTICA DE ADMINISTRAÇÃO MILITAR




"INSTRUIR PARA BEM SERVIR" ou, em latim, "BENE INSTRVERE AD SERVIENDVM"




Teve origem na Escola Preparatória de Oficiais de Administração Militar - 1911/Lisboa. Mudou de designação em 1916, para Escola de Aplicação de Administração Militar; e em 1926, para Escola Prática de Administração Militar (EPAM).

É fiel depositária das tradições militares de 7 unidade de Administração Militar que a antecederam.

Durante a Guerra do Ultramar (1961/1974) o 2.º GCAM (de que é fiel depositária) mobilizou para Angola, Guiné e Moçambique 240 unidades de Intendência, sendo 1 Chefia de Serviço, 1 Batalhão, 15 Companhias, 64 Destacamentos, 123 Pelotões, 16 Destacamentos Avançados, 6 Destacamentos Avançados Móveis e 16 Destacamentos Avançados de Víveres.


domingo, 6 de março de 2011


O Covo




Gaiolas, covos ou nassas são instrumentos de pesca formados por uma armação mais ou menos rígida de rede ou pedaços de vegetais, com uma abertura por onde o peixe ou marisco entra, mas que não permite a sua saída.

Para além deste uso como arte de pesca, as gaiolas podem também ser usadas para manter vivo o peixe capturado ou ainda para manter peixes ou outros animais numa instalação de aquacultura.

Um dos tipos mais simples é um cone de caniços presos com fibras vegetais e com a abertura semi-fechada por outro cone incompleto, com o vértice aberto virado para dentro do maior, com alguns caniços maiores que impedem que o peixe ou outro animal que entra dificilmente pode sair. Outro tipo, mais elaborado, mas igualmente artesanal e comum em todo o Indo-Pacífico é a gaiola em forma de V, cosntruída com ripas cortadas de paus de bambu, com dimensões de chegam a dois metros de largura por meio metro de altura; por vezes, estas armadilhas com iscadas e cobertas com um pano ou esteira por cima para simular um abrigo.

Modernamente, são usados outros materiais para o fabrico de gaiolas para a pesca, desde armações metálicas, fechadas com rede de galinheiro, até gaiolas monobloco em plástico. Em certas pescarias industriais, o navio pode levar centenas de gaiolas que são colocadas mecanicamente, ligadas a um cabo, cujas extermidades são marcada com boias, para facilitar o seu levantamento. Este tipo de pesca pode, em certos casos, levar ao esgotamento do recurso.

sábado, 5 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011


A apanha do Sargaço em Aver-o-Mar










O sargaço é uma alga marinha comum em regiões tropicais. No litoral do Brasil, por exemplo, existem várias espécies de sargaço. Ele costuma crescer grudado em rochas à beira-mar, mas pode se espalhar pelo oceano. "Enormes colônias de sargaço bóiam nas águas mornas do Atlântico graças às suas vesículas flutuadoras, que funcionam como pequenos balões cheios de ar", diz o naturalista Eurico Cabral de Oliveira, da USP, especialista em algas marinhas. Os navegadores europeus da Era dos Descobrimentos deixaram narrativas escabrosas sobre embarcações aprisionadas no célebre Mar dos Sargaços, região no norte do Caribe que tem uma concentração impressionante dessas plantas flutuando na superfície do oceano. Mas muitas dessas lendas eram exageradas, como comprovou o explorador genovês Cristóvão Colombo, o primeiro a descrever o sargaço, em 1492. Mesmo assim, ele passou maus bocados para conduzir a caravela Niña até a América atravessando aquela região sem ventos.

Mais recentemente, cientistas descobriram que o Mar dos Sargaços é um santuário para muitos animais. Além de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção, pequenos crustáceos (como camarões) e moluscos excretam a amônia e o fosfato que as algas usam como nutriente. Sua recompensa é crescerem protegidos dos predadores e rodeados de comida. O sargaço também é uma matéria-prima versátil para várias indústrias. Dele se extrai o alginato, substância viscosa usada como goma em adesivos, cosméticos e alimentos. Essa alga também é um ingrediente tradicional na medicina oriental e está sendo estudada em pesquisas de combate ao câncer e à Aids: há sinais de que os polissacarídeos (um tipo de carboidrato) do sargaço ajudam a fortalecer o sistema imunológico e a inibir o crescimento de tumores.